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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A lancheira da escola


Muito se tem falado sobre a alimentação dos mais novos. A grande batalha por uma alimentação correcta tem-se dado tanto em casa como nas escolas. Ao que parece as ementas das escolas públicas são elaboradas pelo ministério da educação. Apesar de não concordar inteiramente com isto, concordo que hajam directrizes a seguir. Ora agora que se iniciou o ano lectivo voltam à baila as preocupações alimentares dos pais nos almoços mas sobretudo nos lanches dos miúdos.
Mas há uma coisa que me deixou perplexa quando tive que ir à escola carregar o cartão de estudante do meu filho. O bar da escola não pode vender chocolates, batatas fritas e refrigerantes mas no entanto existe uma máquina na mesma escola que os vende. Curioso!
Voltando à questão inicial que aqui me trouxe, a lancheira, ou melhor o seu conteúdo. O tempo tem estado quente, e há coisas como o fiambre e os iogurtes que correm o risco de se estragar, em particular se ficarem para o lanche da tarde. Para contornar o problema do tempo quente, comprei umas placas de gel para congelar pequenas quanto baste para caberem nas lancheiras e suficientes para manterem o lanche relativamente fresco. Assim consigo ampliar o leque daquilo que lhes posso mandar para o lanche e variar todos os dias, apesar dos meus pequenos terem uma mania de querer sempre pão com Nutella. Tenho também umas caixas para sandwiches oferta da Bimbo que muito jeito têm dado.  Comprei recipientes plásticos em forma de fruta muito úteis para eles levarem com a fruta e não arranjarem desculpa que não comeram porque estava toda pisada.
Uma vez por semana têm direito a um sumo, Compal, para o lanche. Normalmente levam um pacotinho de leite branco, ou um iogurte líquido, de vez em quando, nos dias de actividade física mais intensa, um pacote de leite com chocolate mimosa com menos açúcar. Uma peça de fruta à escolha do freguês e uma fatia de pão de forma de preferência de cereais ou integral, com Nutella, queijo ou fiambre. Preparamos sempre a lancheira em conjunto no dia anterior para não terem surpresas, a não ser que a mamã resolva deixar um pequeno miminho, mas isso já é outra história.
Perfeito não é, deveria cortar no chocolate, mas são crianças saudáveis que se podem dar a esse luxo. Quisera eu!

terça-feira, 29 de julho de 2014

Catraios e os Tempos livres


A época das férias escolares é também uma dor de cabeça para os pais. Embora eu não tenha esse problema, os meus filhos estão num infantário e ATL, acho sempre que as actividades poderiam ser mais e melhores. Compreendo as instituições e os pais que tentam limitar os gatos. 
Quando eu era miúda passávamos as férias a brincar, na rua ou na casa dos vizinhos. Mas havia a mãe ou a avó que estava em casa, sempre. De manhã era praia, das 9h às 12h. Quase quatro meses, só não íamos se chovesse. 
Agora as coisas são bem diferentes, ambos os pais trabalham, e os avós nem sempre estão disponíveis e nem pensar em sobrecarregá-los. Nas grandes cidades a oferta é variada os mesmo não se passa no resto do país.
Na minha procura de coisas interessantes para fazer com os catraios nas férias descobri que a Ciência viva tem actividades espalhadas pelo país. 
Não custa nada dar uma espreitadela e quem sabe até pode haver uma actividade interessante na vossa área de residência. Eu descobri uma ou duas que me parecem divertidas para fazer com os miúdos quando estivermos de férias no Norte do país.