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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Quando eu crescer ...

Eu gostava de ser mais organizada cá por casa. Assim como aquelas donas de casa que no fim de semana preparam o menu para a semana seguinte e se abastecem com aquilo de que vão precisar. A sério que gostava de ser assim. Mas também, nunca sei se vou chegar a casa a horas ou não e quanto tempo vou ter para preparar a refeição. Mas gostava, ai isso gostava. Talvez, quando for grande.

Uma alheira como inspiração

Esta semana não está a correr muito bem, e isto reflecte-se nas coisas mais simples como fazer o jantar, organizar o meu dia a dia em particular o doméstico. Para variar cheguei tarde a casa, tive um dia de cão, estava sem ideias para o jantar, dei uma vista de olhos ao frigorífico que precisa de ser abastecido com urgência, e encontrei lá uma alheira de Mirandela, que não aprecio por aí além. E depois fui até ao congelador, o tempo disponível para fazer o jantar também não era muito e eis que me deparo com bifinhos de frango. Isto deve combinar com alheira, pensei eu. Nem foi tarde nem foi cedo. A receita estava encontrada. Estava bem bom com a alheira. A receita é assim:

Frango com alheira

Ingredientes
  • Bifes de frango
  • 1 alheira de Mirandela
  • Massa fusili (ou outra a gosto)
  • 4 c. sopa Crème fraiche
  • Cogumelos frescos
  • Queijo mozarella
  • Cenoura
  • Sal
  • Pimenta
  • 2 dentes de Alho
  • 1 folha de louro
  • Azeite
  • Farinha
Preparação

Cortar os bifes em tiras pequenas, temperar com sal e pimenta. Passá-los ligeiramente por farinha.
Numa sertã, colocar um pouco de azeite, louro e alho e deixar aquecer. Colocar as tiras de frango enfarinhadas e saltear até ganharem um pouco de cor.
Entretanto colocar a massa a cozer em água com sal.
Colocar o frango numa assadeira.
Saltear os cogumelos e a cenoura cortada em tiras finas e adicionar ao frango. 
Cortar a alheira em bocados retirando previamente a pele e adicionar na assadeira. Misturar tudo com uma colher de pau.
Adicionar 3 ou 4 colheres de sopa de crème fraiche na sertã onde salteou o frango e os cogumelos, deixar homogeneizar. Verter o molho sobre a carne.
Cobrir com a massa cozida e escorrida, polvilhar com queijo e levar ao forno a gratinar.
Como não tinha mozarella usei o que havia no frigorífico, mas com mozarella ficava melhor.

Orquídeas

Gosto de orquídeas, tenho algumas não muitas. Já tive mais mas deixei-me disso, ora ou porque há espécies que não se dão comigo ora porque a selecção feita pela bola de futebol foi implacável. É nas de interior que tenho mais dificuldade em garantir floração com excepção da Phalaenopsis. Essa espécie adora as minhas casas de banho, tanto, que tenho alguma dificuldade em fazer o corte das hastes que estão quase sempre a rebentar vezes e vezes sem conta. 
Normalmente tenho orquídeas no wc, porquê? Porque gosto de flores e estas mantêm-se durante muito tempo.
Descobri que as minhas orquídeas gostam da janela e do clima tropical que lá se faz sentir. Este é o resultado. As outras estão a rebentar, todas têm pelo menos uma haste, vamos lá ver no que dá!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A primeira etapa chegou ao fim

Ao fim de seis longas horas de espera angustiante, finalmente as notícias que todos aguardávamos com ansiedade. A operação de remoção do tumor do M foi um sucesso. O "coiso" foi removido na totalidade e foi para análise. O pequeno M vai ficar em coma induzido por dois dias. Na sexta devem começar a acordá-lo. Agora resta esperar pelos resultados da análise e que M acorde sem sequelas decorrentes da cirurgia. Tendo em conta a quantidade de velas que se acenderam ontem e o sem número de orações, acho que vai correr bem.
A primeira etapa foi um sucesso, espera-se o mesmo das que se lhe seguem.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O grande dia



É hoje, finalmente. O M tem o futuro em suspenso e nós a respiração e o coração nas mãos. Está a começar a cirurgia do M. O tumor, alojado no cerebelo, está a impedi-lo de viver e os médicos vão tentar retirá-lo com um mínimo de lesões. Muito sucesso meu pequenino. 

Salmão

Uma maneira rápida e saborosa de fazer salmão é grelhado na brasa. Mas digamos que agora o tempo não favorece este tipo de repasto, favorecer não será propriamente a palavra correcta, mau mesmo é o frio e o vento que não ajuda no braseiro. Assim sendo, resolvi assar as postas. Basta um pouco de sal, umas gotinhas de limão e umas folhinhas de oregãos frescos para temperar e antes de ir ao forno um fio de azeite. Não precisa de estar muito tempo no forno se não fica seco. Normalmente uso salmão fresco que é mais gordo e não seca tanto. 
Eis a foto do dito antes de ir para o forno, esqueci-me de tirar a foto no fim, peço desculpa pelo lapso.


Acompanha com uma batata cozida, light!, e uma salada colorida ou legumes cozidos.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Apto para diabéticos

Domingo ao almoço tinha visitas para o almoço, vai daí resolvi fazer uma das receitas da Leonor, que diga-se em abono da verdade, saem sempre bem. Dou uma olhadela aos ingredientes, tenho tudo, parece fácil. Enquanto tratava do almoço fui fazendo o bolo, mais isto mais aquilo, não esquecer a amêndoa e tal, a forma era maior mas não há crise fica mais pequenino, bolo no forno num ápice. Continuei na preparação do almoço até que de repente preciso de ir ao armário buscar o azeite e … ah não, esqueci-me de pôr açúcar no bolo. Ainda abri o forno, mas já nada havia a fazer. Como está fininho ponho-lhe açúcar em pó por cima. Foi para esquecer. Nem vou colocar aqui uma foto do “coiso” já que bolo não lhe posso chamar. O "coiso" desapareceu mesmo muito pouco doce, mas também não era propriamente um bolo grande, e ainda bem!
Hei-de tentar fazer o bolo novamente, mas primeiro tenho que comprar uma forma mais pequena e desta vez vou colocar os ingredientes todos em cima da bancada antes de começar. 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

E já agora, bananas

Para este fim de semana mais uma receita gulosa, desta feita com banana. Pode ser uma bela desculpa para despachar umas quantas bananas que estão a para além do ponto na fruteira. Ele há melhor desculpa ao dizer que é para aproveitar as bananas que já ninguém quer. E assim junta-se o"útil" ao agradável. E como só bananas pode deixar um pouco a desejar adicionamos-lhe o dito cacau ou chocolate ou se preferirem a mesma quantidade de farinha de alfarroba, torna a coisa mas light. Tudo dependo do que há lá pela despensa. Na cozinha e no amor vale tudo.

Bolo de Banana e chocolate
Ingredientes
  • 150 g de margarina
  • 100 g de açúcar amarelo
  • 3 ovos
  • 2 bananas maduras
  • 175 g de farinha
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 3 colheres de sopa de cacau em pó
  • 2 dl de natas (uso light)
  • açúcar em pó
Preparação


Pré aqueça o forno a 180 °C

Parta a margarina em pedaços para uma tigela, junte o açúcar e bata com a batedeira eléctrica até ficar em creme. Adicione os ovos, um a um, sem parar de bater.

Descasque e esmague muito bem as bananas com um garfo. Junte-as ao creme anterior, misturando bem.

Adicione a farinha peneirada com o fermento e o cacau e misture com uma colher de pau. Junte as natas e continue a mexer até a massa estar homogénea.

Pincele generosamente uma forma de buraco com Vaqueiro e polvilhe com farinha. Deite a massa na forma e coza durante cerca de 40 minutos no forno.

Retire o bolo do forno, deixe arrefecer durante uns 10 minutos e desenforme. Polvilhe com açúcar em pó.


Sugestão: Servir morno ou frio, simples ou com uma bola de gelado de natas ou de baunilha.

Usurpador de sorrisos

Maldito sejas tu bicho infame que atacastes de forma vil um menino de sorriso franco, olhar vivo e, meigo como só ele sabe ser. Porquê o M, tanta gente má por este mundo fora que continua viva e de saúde e tu, vil criatura resolves alojar-te no cérebro deste pequeno ser ainda com uma vida inteira pela frente. Ele ainda não teve tempo para fazer tantas coisas, a primeira comunhão, apanhar umas ondas com a sua prancha, dar o seu primeiro beijo, a primeira noitada, ser praxado, dizer a alguém “amo-te” e saber que é para sempre, pegar num filho ao colo e embalá-lo, sentir e viver tantas e tantas coisas que a vida nos trás, e tu ser ignóbil insistes em querer roubar-lhe o futuro.
Chega, basta. Queira Deus que os médicos guiados pela sua mão consigam fazer o milagre que os pais do M anseiam, esperam e rezam. Já chega de dor e sofrimento, queremos ver o M a correr pelo campo atrás de uma bola ou colado à PSP em mais um jogo de futebol. Quero que o melhor amigo de meu filho volte depressa para casa, finalmente curado, livre daqueles tumores que teimam em encurtar-lhe a vida. Peço a Deus, Alá, Buda, quem quer que seja, que ajude aquele menino, os pais e os médicos que o vão operar e, esperamos todos nós, livrá-lo de todo o mal. M, estamos contigo, esperamos ver-te em breve. 

O dossier de arquivo dos trabalhos da pipoca

Fiz um post há algum tempo atrás sobre uma nova mania que me deu no que a artes manuais diz respeito. O trabalho que fiz em patchcolagem está terminado. Devo admitir que apesar de no início não ter sido fácil, agora estou empolgada e com vontade de fazer mais trabalhos. Afinal só temos que pensar ao "contrário". Tenho muitas ideias mas igual falta de tempo. Vamos lá ver no que isto vai dar.
O resultado do meu primeiro trabalho é este.



Não se trata de apenas patchcolagem, fiz também um pouco de pintura em tecido. A fada seria muito mais trabalhosa por isso resolvi pintá-la. A fada foi escolhida pela minha filhota num livro que ela tem. O vestido era roxo, mas à falta dessa cor ela ficou satisfeita com o cor de rosa e os muitos brilhantes. Uma pequena princesa é facilmente iludida por alguns brilhos!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Auditoria Cidadã à Dívida Pública

Já alguém ouviu falar na comunicação social da Iniciativa para uma Auditoria Cidadã à Dívida Pública? Pois, receio bem que não. Pelo menos eu não ouvi, deve ter sido uma referência surda-muda!
Esta iniciativa produziu um relatório com mais de cem páginas onde faz uma análise e ajuda a conhecer a dívida e como podemos sair deste fosso. Vale a pena ler ou dar uma vista de olhos. 

Já não aguento mais

Estou farta. Eu até que gosto do frio e da chuva, do cheiro a terra molhada, do barulho da chuva a bater na janela quando estou na cama e virar-me para o outro lado, quente e aconchegada. Gosto dos fins-de-semana com chuva, no quentinho da casa, do cheiro a bolo, torradas, scones e chá. De estar simplesmente enroscada no sofá com os meus três amores. Mas isto tem sido demais para uma pessoa aguentar. 
Sinto falta dos dias de sol, de abrir as janelas de par em par e deixar a luz do sol entrar. Toda esta chuva está a dar-me cabo do sistema nervoso e o pior de tudo é a fome que se me assola nestes dias frios, húmidos e tristes. Vá lá São Pedro, e que tal uma semaninha de sol, ah, estás mortinho. Até que era boa ideia! Vais ver que te sentes melhor depois de praticar o bem e deixar milhões de pessoas, e eu em particular, num estado de suprema felicidade. Não custa tentar!

Economia doméstica

Na nossa família e em particular desde que há primos, partilha-se tudo, ou quase tudo. As roupas que tendencialmente ficam quase novas nos primeiros dois anos de vida no caso dos meninos, depois vem o futebol e %&/($#, no caso das meninas a coisa muda de figura. Elas são muito mais cuidadosas com a sua roupa, pelo menos a minha é. Com quatro anos, quando se despe para o banho já separa a roupa que vai para lavar e dobra a restante. Os meninos, meu Deus, é a maior confusão, têm a capacidade de espalhar a roupa e a deixar em qualquer lado, meia do avesso meia do direito que mais parece um pano do chão. Voltando à vaca fria, os meus filhotes foram habituados a estimar, na medida do possível a roupa. A pequenita já sabe que a roupa ou calçado que não lhe serve fica para a prima e o irmão sabe que algumas das suas coisas vão para a irmã e ou prima.
A "Titi" também se farta de comprar roupa para os dois que mais cedo ou mais tarde "herda". Os amigos por norma oferecem roupa em vez de brinquedos, tirando o Natal. Eu também não me aguento e lá vou comprando isto ou aquilo para colmatar uma falta ou simplesmente porque me apetece. Desde os berços, a carrinhos, cadeiras e alcofas, a roupa, sapatos, chupetas e biberões, tudo passa para o pequeno ou pequena seguinte. Foi assim com o meu filho mais velho que deixou para a mana, e agora ela para a prima que se lhe seguiu, "and so on and so on". Brinquedos, livros e jogos não são excepção. É uma boa forma de reduzir custos com a roupa das crianças e não só, é que têm a mania de crescer a todo o instante e de despachar as coisas lá de casa. Ainda ontem dei uma volta aos brinquedos no quarto da pimpolha e já lá está um saco cheio para a prima I.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Uma mulher contra as forças da natureza

O meu plano para um bolo de farinha de alfarroba no fim de semana foi levado pelo vendaval. Mas na segunda feira à tarde, e apesar de ainda não ter água, não deixei que isso fosse um entrave à minha incursão na cozinha. Não há vento que derrube a vontade de uma mulher.Vai daí fiz este bolo de alfarroba, que fica húmido e combina na perfeição com qualquer coisa, mas em particular com um café. As fotos para abrir o apetite seguido da receita para quem quiser testar. Cá por casa ficou aprovadíssimo. Consegui enganar dois pequenos que julgavam estar a comer bolo de chocolate.

Bolo húmido de alfarroba


Ingredientes
  • 1 chávena açúcar
  • 1 chávena farinha de trigo
  • ¾ chávena óleo (usei ½)
  • 1 chávena leite
  • 1 c. sopa vinho do Porto (não usei)
  • 1 c. chá canela em pó
  • 1 c. chá fermento em pó
  • 2 c. sopa farinha de alfarroba
  • Côco ralado q.b.

Preparação

Pré aquecer o forno a 180ºC.
Untar com manteiga e polvilhar com farinha uma forma de bolo inglês pequena. Reservar
Bater os ovos com o açúcar, o óleo e o leite até ficar bem misturado. (Usei a batedeira)
Adicionar a canela e o vinho do Porto e envolver.
À parte, misturar as farinhas e o fermento e peneirar sobre a mistura de ovos, envolvendo delicadamente com uma colher de pau.
Verter na forma e levar ao forno aproximadamente 50 minutos ou até o palito sair seco.
Deixar arrefecer dentro da forma cinco minutos antes de desenformar.
Polvilhar com coco ralado.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Voltei

Estou finalmente de volta às lides do blog.
O temporal deixou marcas cá por estes lados, para além das árvores arrancadas o pior foram os dois dias sem electricidade e telemóvel e quase três sem água canalizada. Sou moça habituada a ter água com um simples abrir de torneira e luz com um clic, posso por isso dizer, que foram dias difíceis. 
O meu pequeno príncipe andava impossível pois a psp, wii, computadores e afins precisam de electricidade para funcionar. O divertido é poder jogar às escondidas apenas com a luz das velas, foi a loucura. Mas minha gente, não fui feita para este tipo de provações, eu necessito de algumas comodidades. Tanto tempo sem água nem luz é uma das desvantagens de morar numa vila pequena. Ontem nem escola nem pão fresco houve. Claro que as vantagens de viver numa vila pequena são inúmeras, mas nestes dias só me assolaram as desvantagens. 
Se bem que ontem os miúdos da rua e os meus incluídos acharam o máximo ir buscar garrafões de água ao fontanário e lavadouro que temos perto, sim temos isso, ora aí está uma vantagem, não, duas, miúdos a brincar na rua e fontanário!
Mas apesar de todas as vantagens vou comprar uma placa com dois queimadores a gás para colocar na minha churrasqueira e um gerador de corrente para alimentar a caldeira de aquecimento, nem fome nem frio haveremos de passar. Se bem que isto em 12 anos é a primeira vez que acontece. Não interessa, mulher prevenida vale por duas. E não estou para ter que passar o dia na casa dos sogros, ou de quaisquer outras pessoas, que felizmente tinham água e luz e foram incansáveis no que ao amenizar da coisa diz respeito. 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Sem Excel

daqui

Alfarroba

Resolvi fazer um bolo com farinha de alfarroba, a foto era convidativa, os ingredientes também e porque não.
Fiz uma pequena pesquisa para saber dos supostos benefícios da dita e não é que são muitos! É um excelente substituto do chocolate e não provoca alergias. Aqui vai um momento de “coltura” para que conheçamos um pouco melhor este manjar dos deuses.

A alfarroba é rica em anti-oxidantes, pobre em gorduras e rica em fibras como a pectina, que aumenta a saciedade, melhora a digestão e reduz o colesterol quando consumida regularmente.
É também usada como biorregulador intestinal por ser rica em fibra natural insolúvel de alto valor dietético, que beneficia a flora intestinal.
Contrariamente ao chocolate, a alfarroba é naturalmente doce, tem um terço das calorias e cerca de metade do conteúdo de gordura do chocolate, sendo por isso um óptimo substituto.

Não teria piada falar dos tantos benefícios da alfarroba sem deixar aqui a receita, doce claro está, para poderem usar este potenciador de saúde.
Não é bolo de chocolate mas não é nada mau, com um café ui, ui.

Bolo de maçã e alfarroba

Ingredientes

Cobertura:
  • 120 gramas de farinha
  • 85 gramas de açúcar amarelo
  • 2 colheres de café de canela
  • 85 gramas de manteiga
Bolo:
  • 180 gramas de manteiga
  • 180 gramas de açúcar amarelo
  • 3 ovos
  • 130 gramas de farinha de trigo
  • 50 gramas de farinha de alfarroba
  • 3 colheres de sopa de leite
  • 1 colher de sopa de sumo de limão
  • 4 maçãs (depende do tamanho)
Preparação

Cobertura

Juntar numa taça a farinha, a manteiga, o açúcar e a canela. Mistura e amassar tudo com as mãos. Formar uma bola, envolver em película aderente e levar ao frigorífico durante 30 minutos.

Bolo

Pré aquecer o forno a 180ºC.
Untar e polvilhar uma forma de bolo Inglês.
Bater a manteiga amolecida e o açúcar até ficar em creme.
Juntar os ovos um a um batendo entre cada adição.
Juntar o limão e o leite e bater tudo muito bem.
Cortar as maçãs em fatias.
Dividir a massa em duas partes iguais.
Separar a farinha, 1oog para um lado e 30g mais 50g farinha alfarroba noutro.
Peneirar as farinhas e adicionar à massa, em separado, envolvendo muito bem.
Colocar o creme claro na forma, sobrepor a maçã até cobrir.
Colocar o creme escuro e espalhar. Cobrir com a restante maçã até cobrir.
Retirar a bola de massa do frigorífico e esfarele-a espalhando-a como crumble.
Vai ao forno 40 minutos ou até o palito sair seco.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Projecto Abelha

Volta e meia, meia volta lá ando eu de volta das agulhas, tecidos e linhas. Desta vez embarquei no projecto abelha e fiz esta pequenita. Aliás fiz esta e uma mais pequena que foi usada como parte de um embrulho com um presente para uma amiga. 
Coloco também os moldes da “piquena” para o caso de se entusiasmarem. Aviso desde já que as previsões meteorológicas para o fim de semana não são animadoras, pelo menos no que ao norte e centro diz respeito, por isso aproveitem para fazer uso à agulha. 
A "piquena" senta-se porque entertelei o vestido. Tem um bolso que pode servir para deixar recados.





quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Estudo do FMI e a refundação do Estado Português

 Eugénio Rosa, economista, analisa aqui o “estudo” elaborado pelo FMI, com o titulo: “Rethinking the State – Selected Expenditure reform options”.
Segundo este economista,

«O FMI utiliza dados não verdadeiros e inverdades para defender medidas que destruiriam o Estado.»

Vale a pena ler estas três páginas.
O contributo do FMI para a dita "refundação" resume-se:

«O FMI  não só se “esqueceu” de analisar os efeitos  sociais das medidas que propõe, que são dramáticos, mas também as consequências económicas  destas mesmas medidas, que são brutais. Utilizando o multiplicador recessivo elaborado pelo próprio FMI (redução do défice orçamental em 1 => redução PIB em 1,7), um corte no défice orçamental de apenas 4.000 milhões € (o valor inicial referido pelo governo) determinaria uma quebra no PIB que, segundo o próprio FMI, poderia atingir 4%. Portanto, a recessão grave que o país já enfrenta, com a multiplicação de falências de empresas e o disparar do desemprego, a destruição do tecido económico e social, ainda se agravaria mais. Mas tudo isto é “esquecido” pelo FMI, o que é esclarecedor.»

A espiral recessiva não vai parar.

Biscoitos de farinha custard

A minha princesa este fim de semana estava um pouco aborrecida, nem brinquedos nem televisão a animavam É nestas alturas que eu coloco a questão: - Queres fazer umas bolachinhas com a mamã?. Ora até os olhos se lhe riram. Se há coisa que os meus pequenos adoram é literalmente pôr a mão na massa, se bem que este não foi o caso. Mas o dedo de prova ela pôs muitas vezes, lá isso pôs!
Tinha uma embalagem de farinha custard, gentilmente oferecida pela querida Mrs Linda D. na minha última ida a terras de sua majestade, cá em casa quase há um ano, da qual só tinha usado duas colheres e urgia dar alguma utilização à dita. Eis que me lembrei destes biscoitos que iriam permitir dar uso ao dispara biscoitos, com o qual eu não tenho tido um relacionamento respeitoso e à farinha. Se assim pensei assim fiz e finalmente apanhei o jeito de como usar aquele apetrecho curioso que é o dispara biscoitos. O resultado foi este. Poderia tê-los tornado mais apelativos com um molho de chocolate, mas como eram para guardar assim é mais fácil. 
A receita dá para quatro tabuleiros de  forno assim como este
O resultado é este
e o sabor, bem com um chá então, nem vou comentar, imaginem o sabor e o cheiro.

Biscoitos de farinha custard

Ingredientes

  • 2 chávenas de farinha custard
  • 1 chávena açúcar em pó
  • 250g manteiga
  • 1 c. sobremesa de essência de baunilha
  • 3 c. sopa farinha de trigo
  • 1 ovo batido
Preparação

Pré aquecer o forno a 200 0C.
Misturar o açúcar com a manteiga e bater até obter um creme fofo.
Acrescentar a farinha custard, a farinha de trigo, a essência de baunilha, o ovo batido e misturar com a colher de pau.
Fazer o teste, se a massa se descolar de entre os dedos está no ponto.
Forrar o tabuleiro do forno com papel vegetal e usar o dispara biscoitos. Vai ao forno até ficarem ligeiramente douradinhas.
Arrefecem sobre uma rede de pasteleiro antes de as colocar numa lata bem fechadas.
Se se quiser podem cobrir os biscoitos com chocolate ou açúcar glacê

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Cães e "donos"

Não consigo deixar de pensar no sem número de tristes histórias de pessoas e em particular crianças feridas por cães de raças consideradas perigosas. A última foi aquele bebé de 18 meses, creio eu, que foi mordido na cabeça por um cão cruzado com pitbull que também morava lá em casa e que infelizmente acabou por não resistir aos ferimentos.
Está na hora de acabar com esta insanidade. Eu sou uma dog person, tanto que tenho um. Não se trata de uma raça perigosa, pelo menos nunca o foi, é um labrador retriever, doce, meigo e mimado já com onze anos que convive diariamente com os meus filhos a quem nunca fez um arranhão, nem a eles nem a ninguém. Mas este cão maravilhoso, não tem restrições de deslocação dentro do ambiente familiar. Vai de férias e fins de semana com a família, passeia duas vezes por dia, tem as vacinas em dia e sobretudo tem treino, amor e carinho.

O meu cão, quando eu estava grávida do meu primeiro filho deixou de saltar para cima de mim. Cheirava a barriga sempre que eu chegava. Quando a bebé nasceu com 34 semanas de gestação apenas cheirava o ar que a rodeava sem chegar muito perto e fez isso até ela ter 2 meses quando recuperou para o percentil da idade. Já no caso do mais velho no dia em que chegou em casa da maternidade, cheirou-o e deu-lhe uma lambidela que o deixou com os poucos cabelos que tinha em pé. Os animais sabem até onde podem ir, desde que sejam ensinados. Ninguém nasce ensinado.

Mas este doce de animal já foi atacado três vezes por cães vizinhos que aproveitaram o portão aberto para lhe saltar em cima. Na última vez, os meus filhos assistiram, ele fez de tudo para proteger tanto que teve que ser submetido a uma cirurgia. Durante quase um ano a minha filhota panicava sempre que via um cão e se ele se aproximava, independentemente do tamanho do animal.
O problema de muitos animais são os donos e o tratamento que estes lhes dão. A maior parte dos cães da minha rua vive enjaulado ou preso a uma trela. Não têm passeios ou brincadeira, um prato de comida e bem bom. Este é o exemplo do tratamento dado aos cães por este nosso país. Querem ter um cão? Sim senhora. Passa a ser obrigatório treino e sociabilização do animal e isso deve ser realizado a cada x anos, os peritos decidirão a necessidade e a periodicidade, para além do registo e vacinação. Chip obrigatório. Multas elevadas para quem não cumprir as regras e vão ver se isto não se reduz.
Só há uma coisa que ninguém consegue ensinar ao meu animal de quatro patas, não se devem perseguir gatos. Esse é o seu primeiro instinto, a ordem do não tem que ser clara e concisa senão ele sai disparado em perseguição do pobre felino.

A beleza da mulher … vista por um homem

« Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheiinhas, femininas... . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fracção de segundo. As magrinhas que desfilam nas passerelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são rectas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.
A maquilhagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas... Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam connosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulímica e nervosa logo procura uma amante cheiinha, simpática, tranquila e cheia de saúde. 
Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês, porque nunca terão uma referência objectiva do quanto são lindas se for dito por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.
As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se autodestruindo.
Nós homens gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade ; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesarianas e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.

Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!
A beleza é tudo isto....Vista por um "HOMEM" »
Paulo Coelho

Musgo

Sim musgo. O musgo não serve só para o presépio, aliás eu costumo usá-lo sobretudo nos vasos das orquídeas, fica giro e, mantém a humidade. Mas desta vez resolvi usá-lo de forma um pouco diferente. Aqui, perto de onde eu moro existe uma pequena área de floresta que nesta altura do ano é muito prolifera em musgo. No fim-de-semana passado, peguei na minha pequena e no nosso companheiro de quatro patas e fomos apanhar musgo. Para além de ser um passeio higiénico para o cão é divertido para fazer com crianças, que aproveitam para apanhar tudo o que encontram, desde paus a pinhas e pedras. Peguei em dois vasinhos coloridos et voilá um arranjinho engraçado para a minha cozinha.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Previsões do tempo para 2013

Desde pequena que ouço falar nas temperas, previsão do tempo para o ano que começa. Na altura era uma coisa estranha de que os mais crescidos falavam e como era habitual de pouco interesse para a pequenada. Mas os pequenos foram crescendo, interessando-se e adquirindo alguns dos hábitos dos mais velhos.
Na casa de meus pais existe o hábito de ver de que lado está o tempo, Norte, Sul, etc, à meia-noite do dia 1 de Janeiro e começar a ver os dias de 1 a 12 de Janeiro que corresponderão aos meses do ano que começa, mas do fim para o princípio.
Este ano resolvi registar que tempo fazia na região onde vivo durante os primeiros doze dias e aqui fica a minha lista de resultados.

Dia de Janeiro
Corresponde ao mês de …
Condições climatéricas observadas
Previsão
12
Janeiro
Aguaceiros fortes com abertas
Chuva com alguns dias de sol
11
Fevereiro
Aguaceiros fracos e pouco frequentes com abertas
Alguns dias de chuva com alguns dias de sol
10
Março
Períodos pouco frequentes de chuva fraca com abertas
Alguns dias de chuva com alguns dias de sol
9
Abril
Chuva moderada
Chuva
8
Maio
Céu muito nebulado
Tempo seco
7
Junho
Céu muito nebulado
Tempo seco
6
Julho
Céu limpo
Tempo seco
5
Agosto
Céu limpo
Tempo seco
4
Setembro
Céu limpo
Tempo seco
3
Outubro
Céu limpo
Tempo seco
2
Novembro
Céu pouco nebulado ou limpo
Tempo seco
1
Dezembro
Aguaceiros fracos pouco frequentes com abertas
Alguns dias de chuva com alguns dias de sol
Parece que vamos ter um ano seco, desta vez espero que as temperas se enganem, mas gosto da ideia de Agosto ser seco. Vamos lá ver no que isto vai dar.
Podem sempre comprar o Seringador ou o Borda D’água para obter estas e outras informações.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Receita à sexta

O fim de semana aproxima-se a passos largos. Já lhe sinto o cheiro. Os senhores da meteorologia dizem que vai ser frio, e não há nada melhor que um docinho para aquecer a alma em dias assim.

Leite creme com sabor a baunilha

Ingredientes
  • 1/2 litro de leite
  • 6 colheres de sopa de açúcar
  • 6 gemas
  • 1 vagem de baunilha (pode comprar-se no hipermercado)
  • 1 colher de sopa de farinha maisena
  • canela em pó ou 2 colheres de sopa de açúcar
Preparação

Coloque o leite, as 6 colheres de sopa de açúcar, as 6 gemas numa bacia e bata com a batedeira.

De seguida leva este preparado ao lume e acrescente a vagem de baunilha e dilua no preparado a colher de sopa de farinha maisena se necessário use um pouco de leite para diluir.
Em lume brando e sempre mexendo até ferver, depois de ferver apague e retire a vagem de baunilha. Coloque em taças e faça á sua preferência ou polvilhe com canela ou coloque as duas colheres de açúcar e queime com um ferro especial de queimar o açúcar existe aqueles de colocar ao lume e existe os eléctricos. Bom apetite!

Os desejos da Pipinha

Desejos para 2013 por Samsung Portugal   Filipa Xavier


Coitadinha da miúda, há uns que querem apenas pão para a boca e outros uma mala Chanel daquelas clássicas. 
Eu digo, haja saúde, trabalho e dinheiro.

Olhai para o que eu digo e não para o que eu faço

Afinal eles apregoam austeridade, contenção na despesa públicoa e olha só o que acontece. 

Cobardia

Sim, sei que estou um pouco atrasada neste comentário, mas não irá fazer diferença a ninguém. Acerca da deputada, Glória Araújo, que foi apanhada a conduzir com 2.41g/l de taxa de alcoolemia  A senhora é deputada, tem por isso um cargo público, é paga por mim e todos os outros portugueses que trabalham que nem cães e pagam impostos exorbitantes. 
Ora minha senhora, a senhora deveria ser a primeira a dar o exemplo, deve por isso ser punida exemplarmente, ser destituída do cargo público que detém e interdita de exercer quaisquer outros. Se todas as pessoas detentoras de cargos públicos fossem responsabilizadas e punidas o país não teria chegado onde chegou. Não estaríamos pr'aqui a penar e sem ver a luz ao fundo do túnel. Qual imunidade qual carapuça, quem se esconde atrás da imunidade parlamentar é cobarde. Prontos tenho dito. 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A frase

« Com propostas desta natureza daria o seguinte concelho: confirmem se é mesmo do FMI ou se é mais um técnico falso das Nações Unidas.»

Por, António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, sobre o relatório do FMI apresentado a 9 de Janeiro

Paz ...

... é o que teríamos se todos pensássemos assim.

«O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distracção mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que tráz a felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
O mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior protecção efectiva: o sorriso
O maior remédio: o optimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisa: o amor»

Madre Teresa de Calcutá

Ambientador natural

Resolvi trazer a primavera para  dentro de casa apesar de ela ainda vir longe. Sei que por esta altura do ano a tarefa parece difícil, mas posso garantir que não o é, nem um pouco. Com alguns bolbos de jacintos e uns vasos coloridos obtemos a combinação perfeita, um pouco de primavera no lar e um perfume delicioso. Os jacintos têm um perfume forte, são óptimos ambientadores naturais e, na minha opinião, são lindos. Eis o que fiz em três tempos.


Coloquei-os nas casas de banho e na cozinha. Posso dizer que não me lembro de ter um WC tão perfumado vinte e quatro horas por dia.
Outra sugestão é colocar uns quantos bolbos num recipiente maior juntamente com um pouco de terra e cobrir com musgo. Um passeio pela mata para recolha de musgo pode ser divertido para fazer em família.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Pequeno pedaço de paraíso

Nós por cá devemos ter uma costela britânica tal é o gosto pelo chá. Aqui em casa não há hora para chá, apetece e pronto, aí vai uma canequinha fumegante e aromática. Nem os pequenos escapam a este "vício" bastante saudável, atrevo-me a dizer. 
Ora, este Natal, fomos agraciados com um presente que para além de perfumado é saboroso e fez as delícias dos membros desta família, chá. E graças a este presente descobri terre d'Oc. Fiquem maravilhada com tudo o que a loja tem, se pudesse trazia metade, mas não dá e vai daí fico feliz poder lá ir adquirir um chá ou outro mimo. Como gostei tanto resolvi partilhar com os meus leitores este bocadinho do paraíso. 
Aqui fica uma fotografia das lindas caixas de chá que recebi. São absolutamente encantadoras.

O FMI outra vez

Estava a ler um artigo no Diário Económico que me deixou perplexa. Como pode haver tamanho descaramento e uma absoluta falta de respeito por um povo que ganha mal, farta-se de trabalhar e tem a infelicidade de ser governado por parasitas? Não acham que já chega?
Se estes senhores e a Sra Lagarde, que ganham balúrdios, tivessem que viver com um salário de 485€ e deixassem de atirar bitaites na casa dos outros é que eles brilhavam. Estou farta. 
Que o país precisa de uma reviravolta, sim aceito. 
Que existe uma protecção por vezes exacerbada aos funcionários, o patrão tem que o aguentar mesmo que esse empregado não mereça o salário que ganha, é verdade. Mas nem todos os funcionários são maus. Mas é muito difícil viver com salários tão baixos, pagar, casa, infantário, água, luz e gás para não falar da alimentação que está a levar uma fatia cada vez maior do orçamento de cada um de nós, sem que se tenha aumentado o número de bens adquiridos antes pelo contrário.

Eu acho que ...

... já que o papa acabou com a vaca e o burro do presépio poderia também reduzir o números de Reis Magos de três para dois e mandar o Gaspar de frosques. Evitaríamos assim, mais despesismo ao reduzir o número e valor das reformas. É que isto de pagar reformas a altos cargos é puxado e o povo já não aguenta mais austeridade. 

A dura realidade

Uma imagem vale mais que mil palavras.
Pagamos como magnatas mas vivemos como pedintes.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Natal, até Dezembro

O Natal é a minha época do ano preferida. Claro que gosto do verão e da praia, dos passeios à beira mar e vai de um mergulho se a temperatura da água deixar, mas o Natal tem o seu quê de encantador, o frio, os cheiros, a alegria que se apodera de todos, a decoração, enfim tudo. Adoro colocar a casa com ar Natalício, de montar a árvore e o presépio, dos arranjos e das luzes que se espalham aqui e ali. Mas a seguir aos Reis já estou fartinha da decoração e tudo e o que quero é ver-me livre de toda aquela parafernália Natalícia e voltar a ter a minha casa de volta. Ontem foi dia de arrumar o Natal que estará de volta novamente em Dezembro. Está tudo arrumado e limpo. Até o cheiro mudou. Acrescentei uns ambientadores naturais de que falarei noutra ocasião.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Receita para 2013

Toma doze meses,
limpa-os muito bem de toda a amargura, a avareza,
o pedantismo e o medo.
Divide cada mês em 30 ou 31 partes,
de modo a que cheguem para um ano inteiro.
Cada dia será preparado
com uma parte de trabalho
e duas de jovialidade e humor.
Adiciona três colheres de sopa cheias de optimismo,
uma colher de chá de tolerância, um grão de ironia,
uma pitada de tacto.
Em seguida, mistura muito amor a esta massa.
Quando estiver pronto, decora o prato com raminhos
de pequenas delicadezas
e serve-o diariamente com alegria.

Catharina Elisabeth Goethe (1731-1808), carta ao seu filho Johann Wolfgang no primeiro dia de 1770

Uma nova forma de arte

Descobri uma coisa nova no que a artes manuais diz respeito. Para muitos talvez não seja assim tão novo mas para mim é. Descobri a modos que por acaso e acabou por se tornar uma espécie de paranóia que não descansei enquanto não comecei. Trata-se nada mais, nada menos de algo denominado de patchcolagem. É uma espécie de patchwork só que usamos um papel com cola para colar as diversas partes do trabalho. Sei que soa a estranho mas o resultado até ao momento tem sido satisfatório. O projecto já estava definido, forrar o dossier para os trabalhos da minha princesa no infantário.


Comprar o tecido foi a parte mais fácil, difícil foi escolher o que desenhar e pior ainda arranjar o dito papel. Descobri-o numa retrosaria no Oita, em Aveiro.
Após muita pesquisa resolvi fazer o seguinte desenho, que passei para tecido.


Depois foi fazer os moldes de cada elemento e acreditem isto foi a pior parte, descobri à minha custa que os moldes têm que ser sempre colocados ao contrário na primeira camada de papel para depois colar correctamente no tecido.
Quando puder coloco um tutorial de como fazer patchcolagem.
Depois de muitos recortes e muito ferro, e porque não queria comprar tecidos, optei por usar o feltro que tinha em casa de outros trabalhos. Para já o trabalho está assim, mas ainda falta trabalho de agulha pois as peças coladas têm que ser cozidas para conferir resistência.



Ainda falta fazer muito trabalho, mas já gosto do que vejo.