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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Lindos e amarelos

Esta semana saiu mais uma fornada de biscoitos lindos e amarelos a clamar por dias de sol. A receita foi adaptada do blog intrusa na cozinha mas versão limão. Tive que fazer alguns ajustes uma vez que o limão é um pouco mais azedo. Já disse mais que uma vez que não aprecio bolos ou biscoitos de laranja. Gosto de laranjas mas os bolos ... não sei explicar, olha troco sempre a laranja pelo limão, excepto no doce de abóbora aí a laranja é insubstituível, na minha modesta opinião. Voltando aos biscoitos, a massa dá para um tabuleiro aproximadamente duas dúzias. Usei uma mistura de açúcar e canela para polvilhar, achei-os branquelas e quis torná-los mais bonitos. Eu acho que ficaram. E bons também. O meu príncipe adorou e a princesa também não se fez de esquisita ao provar uns quantos só para lhes confirmar o sabor. Estão aprovados. Este fim de semana lá terei que fazer mais uma fornada! Foi uma sorte ter conseguido esta fotografia. O frasco agora tem apenas ar.

Biscoitos de limão 2


Ingredientes
  • 250g farinha com fermento
  • 50g farinha de arroz
  • 150g açúcar
  • 100g margarina à temperatura ambiente
  • raspa de um limão
  • sumo de um limão
  • 2 gemas
  • 1 ovo inteiro
  • 1 pitada de sal

Preparação

Pré aquecer o forno a 200ºC.
Peneirar as duas farinhas.
Numa taça misturar as farinhas com o açúcar. Acrescentar a margarina aos bocados e amassar até obter uma areia fina.
Juntar a raspa e o sumo de limão, as gemas e o ovo inteiro.
Amassar muito bem.
Moldar bolinhas de 20g cada e colocar num tabuleiro forrado com papel vegetal.
Levar ao forno 15 minutos.
Polvilhar ainda quentes com uma mistura de açúcar e canela. (facultativo)
Deixar arrefecer sobre uma grelha.
Podem guardar-se num frasco hermético, isto se conseguirem!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Votar é um direito mas também um dever

Fui educada desde sempre que votar é um direito mas também um dever. Que devemos votar em consciência e que o facto de podermos escolher em quem queremos votar é um privilégio e que foi conseguido a ferros, fome, lágrimas e muita tristeza. E é por essa razão que me indigna profundamente ouvir as pessoas  a dizer que não vão votar. Porra gente. Não votar não é solução. Devemos e temos que mostrar que estamos contra votando. Acredito que tudo se pode mudar desde que acreditemos e lutemos para isso. Nas eleições que se avizinham a forma de luta de que dispomos é o voto. Cabe-nos usá-lo da forma mais correcta, da forma que considerarmos correcta para demonstrar a nossa indignação. Eu não costumo concordar com muitas das posições do Manuel Serrão, mas tenho que admitir que no seu último artigo de opinião por ele escrito no Jornal de notícias ele falou muito bem quando apelou ao voto, mesmo que seja um voto em branco. Poderão ler na íntegra o artigo aqui. Transcrevo apenas uma parte, parte esta que me faz assinar por baixo.
« (...) a abstenção só não é o pior voto de todos... porque nem sequer é voto. Quando nos abstemos não estamos a votar contra nada, nem contra ninguém! Na melhor das hipóteses, estamos a votar contra nós próprios, porque estamos a deixar nas mãos de quem não queremos a condução dos nossos destinos. Quando queremos dizer à sociedade que não estamos contentes com a oferta política (ou de políticos) disponível, é indo votar em branco que o dizemos melhor. De uma forma audível. Se não formos votar é como se fôssemos mudos, em vez de usarmos a nossa voz para berrar o que não queremos.»