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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Dica de poupança

Poupar está na ordem do dia, sempre esteve mas nos dias que correm mais que nunca. 
Para aqueles que têm filhos em idade escolar Setembro é mês de gastos extra. Eu faço parte deste grupo, e como já fiz no ano passado, esperei pelas campanhas de livros escolares para fazer a minha reserva. Foi novamente o Jumbo que ganhou a corrida dos preços baixos, 10% de desconto pela reserva on-line mais 5% por pagamento com cartão Jumbo. No meu caso a poupança ronda os 10€. Hoje, vou levantar os livros do pimpolho, para o próximo ano a factura será bem mais dolorosa. Mas depois vê-se, um problema de cada vez.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Que fazer às sobras

Coloquei aqui há uns dias a receita de lasanha do mar. Na altura tinha feito dose dupla de recheio para mais tarde usar, uns bolinhos talvez.
Na sexta, arremeteu-se sobre mim uma onda de preguiça tão avassaladora que nem jantar me apetecia fazer. Estando os meus neurónios igualmente afectados da preguiça do meu corpo, até pensar no que fazer para o jantar estava a ser uma tarefa hercúlea. Dei por mim a abrir o frigorífico e deparei-me com o recheio da lasanha que, felizmente, ainda não tinha congelado. Vai daí fez-se-me luz, saco de duas placas de massa folhada do congelador que deixo descongelar, estendo uma delas, forro a tarteira, coloco o recheio, cubro com a outra placa já estendida e aí vai ela para o forno já quente a 220ºC. A massa folhada Auchan é muito boa, sequinha e bem mais barata que a da Iglo.
Uma sopa, uma salada colorida e arroz para quem quiser e jantarinho pronto. Vale ou não vale a pena fazer doses duplas de alguns recheios! Ah sim este foi ouro sobre azul.
Estas tartes são rápidas e fáceis de fazer, e podemos usar todo o tipo de recheio. Quaisquer sobras que andem pelo frigorífico podem servir para fazer uma refeição num instante.
Quando tenho bocados de carne que não chegam para uma refeição congelo para depois usar em recheios de tartes, quiches ou bolinhos.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Economia doméstica

Na nossa família e em particular desde que há primos, partilha-se tudo, ou quase tudo. As roupas que tendencialmente ficam quase novas nos primeiros dois anos de vida no caso dos meninos, depois vem o futebol e %&/($#, no caso das meninas a coisa muda de figura. Elas são muito mais cuidadosas com a sua roupa, pelo menos a minha é. Com quatro anos, quando se despe para o banho já separa a roupa que vai para lavar e dobra a restante. Os meninos, meu Deus, é a maior confusão, têm a capacidade de espalhar a roupa e a deixar em qualquer lado, meia do avesso meia do direito que mais parece um pano do chão. Voltando à vaca fria, os meus filhotes foram habituados a estimar, na medida do possível a roupa. A pequenita já sabe que a roupa ou calçado que não lhe serve fica para a prima e o irmão sabe que algumas das suas coisas vão para a irmã e ou prima.
A "Titi" também se farta de comprar roupa para os dois que mais cedo ou mais tarde "herda". Os amigos por norma oferecem roupa em vez de brinquedos, tirando o Natal. Eu também não me aguento e lá vou comprando isto ou aquilo para colmatar uma falta ou simplesmente porque me apetece. Desde os berços, a carrinhos, cadeiras e alcofas, a roupa, sapatos, chupetas e biberões, tudo passa para o pequeno ou pequena seguinte. Foi assim com o meu filho mais velho que deixou para a mana, e agora ela para a prima que se lhe seguiu, "and so on and so on". Brinquedos, livros e jogos não são excepção. É uma boa forma de reduzir custos com a roupa das crianças e não só, é que têm a mania de crescer a todo o instante e de despachar as coisas lá de casa. Ainda ontem dei uma volta aos brinquedos no quarto da pimpolha e já lá está um saco cheio para a prima I.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Dica contra a austeridade

Eu até que nem sou uma pessoa fanática de roupas de marca, em particular no que a roupa de criança diz respeito. Eles tanto se atiram para o chão quando estão a jogar futebol com umas calças da Zippy como com umas calças da levis, para eles são apenas calças, e são, o preço é que é bem diferente. 
Mas ele há algumas cores que têm tendência a ficar manchadas, como o caqui, camel e afins, mais rapidamente em algumas marcas do que outras. É o caso da C&A, estas cores não duram uma estação, mas a Charanga por exemplo é bem resistente às lavagens e são caras como tudo, pelo menos eu acho que 30 aerius por um par de calças é demais, a vantagem é que eles fazem muitas promoções. Até ao próximo dia 24 de Dezembro na compra de uma peça de roupa a outra custa apenas um euro. Maravilha dois pares de calças por 16€ cada, maravilha, em particular nestes tempos de austeridade. Descontos de 50% são sempre bem vindos.